Aqui encontram-se ensaios filosóficos, políticos, artísticos, crônicas, poesias, artigos de Psicologia e reflexões de minha autoria. Visam contribuir com a compreensão da existência humana.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Vídeo Debate no Encerramento do Ponto de Cultura
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Encerramento das Atividades UNESC-ABADEUS-COOPERDUS
No dia 07 de Dezembro de 2010, foram finalizadas as atividades que a UNESC, juntamente com a ABADEUS realizaram na COOPERDUS. As atividades realizadas pela UNESC foram no sentido de ampliar a discussão sobre economia solidária, além de apoio na reelaboração do estatuto da COOPERDUS e auxilio jurídico e contábil.
Coube a ABADEUS realizar um trabalho para fortalecer o grupo em prol de seus objetivos enquanto cooperadas e resolver os conflitos existentes no grupo e melhorar sua forma de relação com clientes e demais envolvidos.
O fechamento das atividades contou com a presença do professor Mario da UNESC, que trabalha com catadores a mais de 10 anos, buscando organizar a categoria em forma de cooperativa, além da equipe técnica da UNESC e ABADEUS.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Curso de Cidadania para Profissionais da Área de Limpeza

quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Realizei na EEB Lindolfo Collor a Vivência Terapêutica "O Humano por trás do Educador", nos dias 28 e 29 de Julho de 2010. A vivência foi dividida em dois momentos: um primeiro para trabalhar de forma mais introspectiva e um segundo para trabalhar o grupo e o Projeto de Educação do grupo.


No final fomos agraciados pela comemoração do aniversário da educadora Edenir Barbosa.
Meus votos para que a deireção e a equipe pedagógica, juntamente com os professores construam um grande projeto de educação pública.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Vivência Terapêutica no Colégio Hermann Spethmann
Toda temática fora desenvolvida com finalidade de possibilitar um momento de troca, de escuta e de intervenção terapêutica, bem como de aprendizado e fortalecimento no âmbito da vida individual e das relações do grupo de educadores.
O objetivo da vivência realizada foi refletir junto com os educadores o limite da doação para realização do ofício de educar, sem perder a integridade emocional e o fortalecimento dos sujeitos que sustentam essa difícil tarefa, por meio de atividades como palestras e vivências a partir da teoria existencialista de Sartre. De forma mais abrangente, a discussão sobre o projeto em comum do grupo de professores do CHS foi discutido no segundo momento.
Um grande abraço à direção, coordenação pedagógica, professores e demais funcionários do CHS.
domingo, 13 de junho de 2010
Conversamos, na ocasião, sobre alguns aspectos do desenvolvimento da linguagem e das emoções. Toda nossa conversa foi norteada pela compreensão de Merleau-ponty, a cerca do desenvolvimento da linguagem, e Sartre, referindo-se as emoções.

A respeito da linguagem, exploramos o desenvolvimento da fala na criança, desde o grito e choro, passando pelo balbuciar e chegando na primeira palavra. Posteriormente, a criança passa a buscar significado para as palavras e, nesse momento, as emoções são experimentadas de forma mais consciente, uma vez que passam a significar objetos desejados. A criança estabiliza e não busca falar novas palavras antes de dar significado as palavras que já conhece, por isso, a criança faz um movimento de agregação de palavras, parando por um tempo e depois volta a agregar novas palavras.
A respeito das emoções, a questão explorada foi a emoção da criança e o quanto ela contribui para formação da personalidade, uma vez que a emoção nunca pode ser sozinha, está sempre em relação com um objeto, seja humano ou não. Há um momento em que a criança passa a dar significativa importância a figura da mãe e do pai, ou melhor, a figura masculina ou feminina que ocupa no imaginário a função de cuidar, somente aí há uma emoção significativa, pois a emoção tem um objeto certo e com ele estabelece uma relação significativa.
sábado, 13 de março de 2010
Vivência: " O Humano por Trás do Educador (09/02/2010)
Na Semana Pedagógica da EEB Antônio Milanez Neto, mais conhecida como EEBAMN, realizei uma vivência com os professores e funcionários intitulada: “O Humano por Trás do Educador”. Discorri sobre a construção dos ideais profissionais e pessoais do educador e a frustração decorrente da impossibilidade de atingir esses ideais, restando somente a aparência enganadora desses ideais. Por fim, a própria aparência não se sustenta, ao contrário, denuncia a divergência entre o que se representa e o real sentimento que se experimenta na vida. Dessa forma, passa a restar tão somente o campo real da existência que se esvazia de romantismos e fantasias. Isso não significa que na vida real algo de bonito não seja possível, significa que encontrar no campo do real algo de bonito é encontrar algo sobre o qual a vida pode se alicerçar.
O caminho percorrido vai da percepção de como os ideais se formam, ou seja, dos papeis que a cultura nos outorga e, do quanto, sem sabermos ao certo, vestimos a camisa desses papeis, fazendo mal a nós mesmos, até a destruição desses ideais que, na proposta da vivência, não pode destruir-nos como pessoas. A construção de um ideal inicia na observação da menina sobre a mãe e de tudo o que se deposita nesse papel; da responsabilidade do menino diante das tarefas do ser homem, da ilusão de que o educador mudaria o mundo, para ser direto.
O que não refletimos direito é essa tentativa de reproduzir os ideais, de persegui-los, como se pudéssemos alcançá-los. Essa reflexão quase que já espontânea traz consigo um problema, que é o sentimento de dívida para com o ideal. Em outras palavras, mães dedicadas sempre pensam que devem se dedicar mais, professores dedicados sempre se culpam quando o educando não aprende. Em algum momento passamos a desistir de perseguir esse ideal impossível e inatingível, mas por vergonha permanecemos fingindo acreditar neles, nesse momento o ideal cedeu lugar ao aparente, mas nunca ocorre de uma só vez, vai ruindo aos poucos e nos levando com ele.

O que é a aparência do ideal se não a consciência de que o ideal é inatingível. Porém, o aparente é a resistência necessária para não nos deixar ver o chão real e duro da existência. Nossa proposta esta em mostrar que a firmeza do real é o terreno mais apropriado para a vida se desenrolar sem grandes saltos e sem grandes quedas. O local em que se experimenta o mundo como ele é, sem a ilusão de como se quer acreditar ser. Nele podemos construir um projeto de vida, diferente do ideal que insiste em inventar fantasias.
Dessa forma, a vivência culmina na minha proposta clínica, que visa refletir sobre uma forma mais apropriada de existir no mundo, uma forma em que os reais desejos de um indivíduo se tornem seu projeto de vida, ou seja, que vivamos e venhamos a experimentar a vida a partir do que é nosso e não do que a cultura nos impõe a seguir. Que tenhamos propósitos que façam sentido para nossa prática e escolhas autenticas a cada passo.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Vivência para Educandos Jovens e Adultos: motivação para continuidade nos estudos
A Educação de Jovens e Adultos é uma necessidade emergente, que visa corrigir questões históricas a cerca do déficit de anos de políticas falhas no sistema educacional do país. Muitos dos adultos que hoje ainda não concluíram o Ensino Fundamental e Médio, abandonaram seus estudos por motivos parecidos: ter de trabalhar para sobreviver e em trabalhos braçais tão cansativos que dificultavam a permanência do aluno em sala de aula. Sem contar com a própria reprovação dos educandos que não se achavam capazes de, por meio dos estudos, fazer suas vidas.
Voltar a estudar é, sem dúvida, uma tarefa difícil, por conta dos empecilhos da idade e dos afazeres cotidianos, além da baixa autoestima e convencimento de que na vida não lhes cabem melhorias.
A tarefa do SESI Escola é resgatar a dignidade do trabalhador da Indústria através da educação. Por conta desse magnífico trabalho a dignidade é resgatada, a cidadania ganha sentido, a vida percebe uma abertura para um novo universo de possibilidades.
O maior desafio está em viabilizar uma política de permanência do educando na sala de aula. Por conta disso, cabe um trabalho de motivação permanente, no qual estou inserido. Realizando vivências e propondo e articulando, juntamente com a equipe da Educação de Jovens e Adultos, políticas de permanência para o educando continuar em sala de aula.
No dia 08/02/2010 estivemos na SEARA realizando uma atividade para motivar os educandos a não desistirem do curso. Na ocasião foi realizado um trabalho com música e vídeo, além de uma conversa sobre a importância da permanência e continuação dos estudos até a conclusão do Ensino Médio.



